Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011

Estado Actual dos Aditamentos

 

Desde a defesa da dissertação, há mais de dois anos, verificaram-se numerosos desenvolvimentos. Menciono em primeiro lugar os que estão estritamente ligados ao seu conteúdo. Alguns corrigem equívocos, como nos casos da transmissão da bordadura do brasão escocês e das verbalizações da águia monocéfala do Sacro-Império ou da fortaleza castelhana. Outros completam o que já se tinha proposto mas interpretado de modo parcial: designantes incompletos - Cenomanum ~ Senum... - ou polissemias heteronímicas como em Reuss ~ Kreuz. Um número considerável amplifica as interpretações do corpus para traços heráldicos adicionais mais ou menos evidentes incluídos nas mesmas armas: a parte restante do escudo húngaro, os esmaltes do Reino de Jerusalém, os leões aleopardados dinamarqueses. A totalidade destes desenvolvimentos diminui os índices de discrição próprios, evidenciando, de resto, novas interacções semânticas nos traços em coexistência.

Na tabela que apresentamos a seguir, designaram-se os primeiros como alterações (A), os segundos como complementos (C) e os terceiros como desdobramentos (D), acompanhados da localização adequada. Listam-se todos os resultados coligidos para o estudo original, referindo por S (sim) ou N (não) o estado relativo à tipologia mencionada no parágrafo anterior. Estes dados poderão ser actualizados à medida que novos elementos estejam disponíveis e o interesse informativo se mantenha.



Aditamentos

REFERENTE A C D
Condado de Anjou N S S 102 -
Condado de Antuérpia N N S 92 -
Condado de Atholl N N N 99 -
Langraviato da Baixa Alsácia N N S 101 -
Langraviato da Baixa Áustria N N S 111 -
Balliol (Referência toponímica) N N N 88 -
Condado de Bar N S S 87 -
Condado de Barcelona N N S 102 28
Condado de Barcelona S N S 102 32
Ducado da Baviera N N N 108 14
Ducado da Baviera N N N 108 n51
Ducado da Baviera N N N 108 15
Condado de Beaumont N N N 99 -
Reino da Boémia S S S 93 10
Reino da Boémia S S S 93 13
Ducado de Borgonha N S N 95 21
Ducado de Borgonha N N N 95 22
Ducado de Borgonha N N N 105 -
Ducado de Borgonha N N N 106 -
Condado de Borgonha I N N S 91 -
Condado de Borgonha II N N S 106 -
Reino da Bósnia S N S 113 -
Ducado de Brabante N N S 102 -
Ducado da Bretanha N N N 105 -
Reino da Bulgária N N S 109 -
Condado de Calw N N N 95 -
Reino de Castela S S S 109 -
Reino de Castela N S S 101 -
Condado de Charolais N N N 107 -
Condado de Clare N N N 106 -
Condado da Cornualha I S N S 106 -
Condado da Cornualha II N N S 99 -
Condado de Diez N N N 113 -
Reino da Dinamarca S N S 103 -
Reino da Escócia S N S 108 24
Reino da Escócia S N S 108 21
Reino de França N S S 141 -
Reino de França N N S 97 -
Reino de França N S S 101 -
Reino de Gales N S S 89 37
Reino de Gales S N S 89 38
Ducado de Gueldres I N N S 113 22
Ducado de Gueldres II S N S 113 24
Condado de Guînes N N N 95 -
Condado de Hesse N N S 103 -
Condado de Hoya N N N 111 -
Reino da Hungria N N S 100 -
Condado das Ilhas Órcades N N N 100 -
Império Latino N N N 90 -
Reino de Inglaterra I N N N 107 -
Reino de Inglaterra II N N N 107 -
Reino de Inglaterra III N N S 102 8
Reino de Inglaterra III N N S 102 15
Senhorio da Irlanda N N N 93 -
Senhorio da Irlanda N N N 90 5
Senhorio da Irlanda N N N 90 4
Reino de Jerusalém S N S 93 -
Jerusalém (Armas de Fantasia) N N N 91 -
Condado de Katzenelnbogen N N N 110 -
Condado de Kent N S S 90 -
Condado de Kirchberg N S S 98 -
Viscondado de Labourd N S S 110 -
Condado de Lauffen N N S 107 -
Reino de Leão N S S 101 -
Principado de Liechtenstein N N S 105 -
Principado de Liège N S S 96 -
Grão-Ducado da Lituânia N S S 108 -
Ducado de Lorena N N N 89 -
Condado de Luxemburgo S N S 95 26
Condado de Luxemburgo S N S 95 27
Reino de Maiorca N N N 106 -
Reino de Mann N N S 96 -
Condado de Marche I N N S 113 -
Condado de Marche II N N N 113 -
Margraviato de Monferrato N N N 105 -
Margraviato da Morávia N N S 106 -
Condado de Nassau N N S 113 -
Reino de Navarra S N S 100 2
Reino de Navarra N N S 100 31
Reino da Noruega N S S 113 -
Noruega (Armas de Fantasia) N N N 110 -
Reino da Polónia N N N 89 15
Reino da Polónia N N N 89 18
Portugal (Armas de Fantasia I) N N S 96 -
Portugal (Armas de Fantasia II) S S S 100 -
Quincy (Referência toponímica) N N N 106 -
Condado de Rantzau N S S 105 -
Condado de Rennes N N S 98 -
Viscondado de Rochechouart N N S 110 -
Condado de Sabóia I N N N 111 -
Condado de Sabóia II N N N 99 -
Sacro Império I S S S 95 -
Sacro Império II N N S 90 -
Salerno (Armas de Fantasia) S S S 100 -
República de São Marinho N S N 94 -
Ducado da Saxónia N N S 101 -
Condado de Schauenburg N N S 89 -
Cantão de Schwytz S N S 89 -
Condado de Solms N S S 113 -
Condado de Spiegelberg N N N 108 -
Reino da Suécia S N S 96 -
Condado de Tonnerre N N N 112 -
Ducado de Trakai N N S 112 -
Langraviato da Turíngia N S S 98 24
Langraviato da Turíngia N S S 98 28
Principado da Valáquia N N S 109 22
Principado da Valáquia S N S 109 23
Condado de Vermandois N N S 92 -
Condado de Werdenberg N N S 101 -
Condado de Winchester N N N 106 -
Condado de Ziegenhain N N N 98 -


Refiro em segundo lugar o trabalho realizado fora do âmbito dissertativo, se bem que ali em breve aproximação, como corpus constituinte do universo amostral com 711 traços heráldicos. Até o momento, aplicando-se a metodologia parofónica, já foram analisados mais de 1500 traços armoriais inéditos. Alguns destes brasões mostram-se no mapa a seguir, ainda que deslocados para as actuais nacionalidades. Enfatizam uma notável dispersão geográfica que parece indicar a abrangência do fenómeno e o possível estabelecimento da sua própria origem nos primórdios da armaria.

 

Brasões Europeus
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Publicado por 5x11 - Carlos da Fonte às 19:24
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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

Errata


Apesar de existir uma errata anexa ao documento original, a mesma não se encontra no texto digitalizado pela Biblioteca da FEUP. Aproveitamos para introduzir algumas correcções adicionais numa outra errata, mais actualizada, que publicamos agora. De qualquer modo, o texto de referência deverá sempre ser o que se encontra na FEUP. O número de páginas ficou diferente depois das primeiras emendas, daí modificarem-se também algumas das paginações; penso ter dado conta da maior parte. Assinalam-se a negrito as alterações que julgamos de maior importância.

 


Tabela de Errata

EM VEZ DELER
22 8 resultados parciais ___ 52   resultados parciais ___ 53
22 7 Abril ___ 172   Abril ___ 173
22 10 resultados parciais ___ 130   resultados parciais ___ 129
22 14 multiplicado por ___ 52   multiplicado por ___ 53
22 33 maior ou igual a ___ 53   maior ou igual a ___ 54
22 33 búlgaro para ___110   búlgaro para ___109
22 35 menor ou igual a ___ 53   menor ou igual a ___ 52
23 3 gaélico   gaélico escocês
23 4 gaélico para ___ 87   gaélico escocês para ___ 88
23 14 Compiègne ___ 92   Compiègne ___ 93
23 30 et alii ___ 45   et alii ___ 119
23 32 Livro de Josias   Livro de Josué
23 35 Junho ___ 172   Junho ___ 173
24 3 recto ___ 152   recto ___ 151
24 11 maço ___ 148   maço ___ 34
24 11 Santo ___ 40   Santo ___ 41
24 14 Março ___ 87   Março ___ 88
24 20 manuscritos(s) ___ 152   manuscritos(s) ___ 151
24 21 Mateus ___ 152   Mateus ___ 153
30 16 para estabelecer   para constituir
36 8 O Marquês   ____ O Marquês
42 8 bispo de Lisboa   Bispo de Lisboa
46 23 adverso   avesso
46 n5 , phonétique   phonétique
46 n5 , constitué   constitué
46 n5 . Cette   Cette
48 14 complexo, só   complexo. Só
50 15 transposições   transformações, transposições 
50 18  Quando houver substituição de   Ao transformarem-se os
51 2 inicial do designante   inicial
51 n21 secção   sub-sub-secção
54 26 sugeriam   sugeria
55 39 reino   Reino
56 36 Alem disso   Além disso
57 9 aprendíamos   apreendíamos
59 26 Alargamos   Alargámos
61 4 como besantes   em besantes
61 31 este modelo idealizado   esta forma idealizada
61 32 uma idealização   outra idealização
64 16 secção   sub-secção
65 17 pela cor prateada   pelo esmalte prateado
66 7 após o alisamento   após o nivelamento
71 24 "1 "   "1"
79 28 acentuado   marcado
81 39 gaélico   gaélico escocês
87 11 leva a crer que seria   aponta para
87 14 excepção   excepção dos antropónimos e 
88 13 e Condado   com o Condado
91 13 gaélico   galês
93 4 das Ilhas Órcades à p. 100.   de Hesse à p. 103.
94 n31 pp. 122 e ss.   pp. 121 e ss.
98 2 é Ziegenhein   seria Ziegenhahn
100 2 Capital   capital
100 11 Três naus sobre um   Uma nau sobre o
100 13 Para as armas   Armas
101 8 a actual   o actual
102 15 Thames   Thames (ing. Tamisa)
103 1 deve   deveria
103 2 daí que predomine   predomina contudo
103 2 cinco palos   quatre pals
106 9 pelo rio   por sua capital
108 21 gae.   gls.
108 24 à p. 87   à p. 88
109 n55 ]À la   ] À la
110 n58 ]Il est   ] Il est
112 33 extensional   extensivo
113 22 Gueldern   Gelderen
113 23 besantes dourados   arruelas vermelhas
113 23 os besantes   as arruelas
119 3 a montante   anteriormente
124 11 apesar de não os termos   embora não os tenhamos
125 30 clabriae   calabriae
126 20 clabriae   calabriae
127 24 imbrica   imbrico
128 1 imbrica   imbrico
129 25 em Óis da   perto de Óis da
130 10 sobra as   sobre as
131 3 subsecção   sub-secção
131 15 millium   milium
131 19 monas: ;   monas:
132 43 fazer sair   sais
135 5 abertura, tolerar   abertura; patior: tolerar
136 37 a direcção da   as duas direcções da
137 23 Prorectoscallis   Prorectuscallis
137 34 Prorectoscallis   Prorectuscallis
141 2 Prorectoscallis   Prorectuscallis
141 21 Proectoscallis   Prorectuscallis
141 22 rectos em rtos   rectus em rtus
141 22 Prorctoscallis   Prorctuscallis
141 23 Pror(ec)toscallis   Pror(ec)tuscallis
141 32 Prorectoscallis   Prorectuscallis
141 32 Prorectoscallis   Prorectuscallis
141 36 Prorectoscallis   Prorectuscallis
142 4 Pror(ec)toscallis   Pror(ec)tuscallis
142 22 Pror(ec)toscallis   Pror(ec)tuscallis
142 22 r(ec)tos   r(ec)tus
149 23 nas armas antigas   no símbolo antigo
153 4 ser é feita   ser feita
153 32 sólidos no   sólidos, no
154 6 quinal   quintal
154 12 da sua nacionalidade   das suas origens
154 n34 subsecção   sub-secção
155 5 dos nossos primeiros   dos primeiros
157 n46 13 de de Maio   13 de Maio
160 9 um seu antecessor   um antecessor
170 7 HEIMER, Z.   VELDE, F.
176 37 Geografia Ale Ale   Geografia Hol Hol
181 43 Ferrete   Ferrette
184 22 Geografia Ano Ano P   Geografia Ano Ano S
184 40 Katzenelbogen   Katzenelnbogen
189 6 Prussia   Prússia
197 9 HEIMER   JERGALIC
201 4 Katzenelbogen   Katzenelnbogen
209 2 Balliol , 87   Balliol, 88
210 23 Disposição   Disposições
Temática:

Publicado por 5x11 - Carlos da Fonte às 23:19
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Domingo, 13 de Novembro de 2011

Objecção I - Besantes em Pinha


P: A existência dos besantes "em pinha", no mesmo período abrangido pelo estudo, não inviabializa a proposta ali defendida?

R: Os escudetes ditos pelo Barão Pinoteau "em cacho" ou "em pinha", caracterizam-se por aglomerados de besantes dentro do escudo, em número claramente superior aos onze usuais. O facto de existirem, por si só, é uma contradição ao que se propõe na tese, o que posso aceitar. Já não concordo que isso inviabilize a solução que apresentei. Não tratando estes estudos de ciências exactas mas de ciências humanas, outros factores devem, inevitavelmente, ser levados em consideração.


Publicado por 5x11 - Carlos da Fonte às 12:47
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011

“Quem vigia o vento não semeia” (JAM: 1947 - 2011)

José Augusto Mourão

 

O objectivo deste blogue é divulgar as investigações que venho levando a cabo há algum tempo sobre a semiótica das imagens, em particular a sua aplicação à heráldica primitiva. Estas pesquisas formalizaram-se há cerca de dois anos na tese intitulada: "A Marca de Portugal - Semântica Primitiva das Armas Nacionais e alguns dos seus Aspectos Sintácticos e Pragmáticos". Foi desenvolvida no âmbito do Mestrado em Design Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

Tive a sorte de contar, para isto, com a inestimável orientação do Prof. Doutor José Manuel Bártolo, da Escola Superior de Artes e Design e do Prof. Doutor José Augusto Pizarro da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Presidiu ao júri o Prof. Doutor Engº Fernando Jorge Lino Alves, então director do MDI/FEUP, sendo arguente o Prof. Doutor Frei José Augusto Mourão, da Universidade Nova de Lisboa, falecido no passado cinco de Maio. A ele dedico este blogue, citando o seu título derradeiro, que ouso tomar igualmente para mim:  "Quem vigia o vento não semeia".

A dissertação esteve em regime confidencial, de modo a manterem-se as investigações com serenidade, confirmando, refutando ou aperfeiçoando algumas das propostas preliminares. Como sabemos, muitos dos primeiros selos reais portugueses trazem cinco conjuntos de onze besantes. Desfrutando o ensejo deste onze de Novembro de 2011, passo hoje a disponibilizar "A Marca de Portugal" para um público potencialmente mais vasto. O texto completo pode-se consultar aqui e anexo ainda, mais abaixo, o Resumo e o Índice.

 

Resumo

Os símbolos territoriais são uma componente fundamental da auto-estima dos povos. Herdados da heráldica medieval primitiva têm sido numerosíssimos os trabalhos objectivando a sua explicação. Esta linguagem visual, com interface idiomática no caso das modalidades falantes ou dos rébus, merecia ser explorada pela Semiótica Aplicada, dado ainda existir algum desacordo sobre o tratamento semântico da imagem.

A dissertação utiliza essas raízes heráldicas como domínio privilegiado da interacção entre a linguagem e a representação visual. Como aplicação mais importante pretende descobrir a intenção semântica primitiva das armas de Portugal, baseando-se no estudo analítico desse domínio.

Construiu-se um modelo matemático para avaliar a aceitação da semelhança fonética entre vocábulos, segundo uma variável nomeada parofonia. Formulou-se a seguir uma hipótese sobre a admissibilidade da parofonia no domínio investigado. De um universo amostral de 771 traços heráldicos europeus, simples e compostos, foi seleccionada uma amostra de 86 brasões, 72% deles incluídos em armoriais dos séculos XIII e XIV, usados como fontes para a colecta de dados. As amostras foram analisadas quantitativa e qualitativamente.

Foi possível aceitar a hipótese formulada, tanto na generalidade do domínio como no objecto específico de estudo. Definiu-se a organização semiótica do sistema e detectaram-se numerosos fenómenos de interacção entre 48 línguas europeias e as imagens heráldicas. Obtiveram-se ainda propostas inéditas de resolução parófona para a semântica das armas primitivas de Portugal e para todos os 86 brasões da amostra.

A tese aperfeiçoou significativamente a compreensão das componentes visuais e linguísticas na Heráldica europeia, de modo a tornar possível uma síntese organizativa. Potencializou-se a criação de novas estruturas de organização da marca de Portugal e ficou constituída uma plataforma de trabalho para a investigação posterior no campo da Semiótica aplicada ao Design.
Palavras-chave: Design, Heráldica, Semiótica, Linguística, Europa.

 

Índice

 Resumo 

 Abstract

 Prefácio 

 Lista de Figuras

 Lista de Tabelas 

 Siglas, Símbolos e Abreviaturas

 

1 Introdução 25

 1.1 Da Linguagem à Imagem 25

 1.1.1 A Escrita Medieval 25

 1.1.2 Antecedentes da Heráldica  27

 1.1.3 Origens e Evolução da Heráldica 29

 1.2 Organização da Dissertação  30

 

2 Estado da Arte 31

 2.1 Enquadramento 31

 2.2 Teorias e Crítica  32

 2.2.1 Escudetes e Besantes 32

 2.2.2 Cruz 35

 2.2.3 Escudo 37

 2.2.4 Carbúnculo  38

 2.2.5 Esmaltes  40

 2.2.6 Outros  40

 2.3 A Lenda de Ourique  41

 

3 Metodologia de Análise 45

 3.1 Enquadramento  45

 3.2 Hipótese 46

 3.2.1 Variáveis  46

 3.2.2 Medidores  47

 ____CARACTERIZAÇÃO DOS FENÓMENOS  48

 ____MODELO FONÉTICO 49

 ____ESTABELECIMENTO DO LIMIAR  51

 ____INDICAÇÕES PRÁTICAS  52

 3.2.3 Estabelecimento da Hipótese  54

 3.3 Procedimentos  55

 3.3.1 Amostragem  55

 3.3.2 Colecta e Análise dos Dados  57

 

4 Análise Sintáctica 59

 4.1 Enquadramento  59

 4.2 Análise  60

 4.2.1 Figuras e Formas  60

 4.2.2 Configuração e Orientação  61

 4.2.3 Dimensão e Substrato  63

 4.2.4 Planos  65

 4.2.5 Cor  66

 4.2.6 Posição  68

 4.2.7 Número  68

 4.2.8 Disposição  71

 4.3 Conclusões Preliminares  74

 

5 Análise dos Dados Amostrais 75

 5.1 Enquadramento 75

 5.2 Colecta de Dados  76

 5.3 Caracterização Amostral  78

 5.4 Análise Quantitativa  79

 5.4.1 Referente  79

 5.4.2 Denominante  83

 5.4.3 Designante  84

 5.4.4 Significante  85

 5.5 Análise Qualitativa  86

 5.5.1 Referente  87

 5.5.2 Designação Directa e Armas de Transmissão  87

 5.5.3 Metonímia do Referente  88

 5.5.4 Denominante  90

 5.5.5 Verbalização  90

 5.5.6 Acomodação  91

 ____CONJUNÇÃO  92

 ____ACRÉSCIMO  92

 ____SUPRESSÃO  92

 ____TRANSPOSIÇÃO  93

 ____TRANSFORMAÇÃO  93

 ____AFINIDADE 94

 5.5.7 Sematização  94

 ____COMPOSIÇÃO  95

 ____METONIMIZAÇÃO  96

 5.5.8 Designante  96

 ____BOTÂNICA  97

 ____ZOOLOGIA  97

 ____NOTORIEDADES  98

 ____ARQUITECTURA  98

 ____ASTRONOMIA  98

 ____METEOROLOGIA  98

 ____TOPONÍMIA  99

 ____MATERIAIS  99

 ____SINAIS  99

 ____OUTROS SUBSTANTIVOS  100

 ____GEOMETRIA  100

 ____COLORAÇÕES  100

 ____QUANTIDADES  102

 ____ACÇÕES  103

 5.5.9 Significante 103

 5.5.10 Traços Significantes  104

 ____NÚMERO  104

 ____ESMALTES  104

 ____FORROS  104

 ____LOCALIZAÇÕES  105

 ____DISPOSIÇÕES  105

 ____SEPARAÇÕES  105

 ____FIGURAÇÕES  106

 ____ATITUDES  107

 ____ORIENTAÇÃO  107

 5.5.11 Interacção  107

 5.5.12 Anomalias  108

 ____TROCA  109

 ____REDUÇÃO  110

 5.5.13 Complementação  111

 5.5.14 Transmigração 112

 5.6 Conclusões Preliminares  114

 

6 Resolução do Problema 117

 6.1 Enquadramento  117

 6.2 Paralelos Geográficos e Jurisdicionais  123

 6.3 Referentes e suas Metonímias  124

 6.4 Verbalizações, Acomodações e Sematizações  125

 6.4.1 Colimbria  125

 ____VERBALIZAÇÃO 125

 ____ACOMODAÇÃO  125

 ____SEMATIZAÇÃO  130

 6.4.2 Mondeci  131

 ____ACOMODAÇÃO  131

 ____SEMATIZAÇÃO  134

 6.4.3 Portucalis  134

 ____VERBALIZAÇÃO  134

 ____ACOMODAÇÃO  135

 ____SEMATIZAÇÃO  137

 6.5 Conclusões Preliminares  142

 

7 Pragmática e Justificações 145

 7.1 Enquadramento  145

 7.2 A Etimologia de Brasão  145

 7.3 Correlações Heráldicas  146

 7.4 A Lenda de Ourique  146

 7.5 Duas Estátuas de D. Afonso Henriques  148

 7.6 O Nome do Infante  149

 7.7 Os Morabitinos de D. Sancho I  150

 7.8 O Escudo de Santa Cruz de Coimbra  151

 7.9 Dois Documentos de Santa Cruz de Coimbra 151

 7.10 Os Selos Reais 153

 7.11 O Sistema de Medidas  153

 7.12 A Heráldica Familiar  154

 7.12.1 Sousa  154

 7.12.2 Bragança  155

 7.12.3 Maia  155

 7.12.4 Baião  156

 7.12.5 Riba Douro  156

 7.13 Afinidades Municipais  156

 7.13.1 Cidade do Porto  157

 7.13.2 Cidade de Guimarães  157

 7.13.3 Cidade de Coimbra  158

 7.13.4 Cidade de Lisboa  159

 7.14 As Alcunhas  159

 7.15 Os Pelourinhos  161

 7.16 A Torre de Belém  163

 

8 Conclusões 165
 

Lista de Referências 167

 A Universo Amostral 175

 B Brasões 195

 Índice Remissivo 209

 

 

D. Afonso Henriques

 

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